CASH – Johnny Cash & Patrick Carr

When I was just a baby my mama told me “son, always be a good boy, don’t ever play with guns”.
But I shot a man in Reno just to watch him die.

(Johnny Cash – Folsom Prison Blues, 1957)

E com esse trecho sensacional abrimos o post de hoje! 🙂

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Sinopse: Ele era o “Man in black”, uma lenda da música country, e o trovador americano por excelência. Nesta autobiografia emocionante, Johnny Cash diz a verdade sobre os altos e baixos, as lutas e conquistas duramente obtidas, e as pessoas que o influenciaram durante toda a sua vida.

Ano: 2013 (edição),  1997 (publicação)

Páginas: 280

Editora: LeYa Brasil

Comentários:

O Johnny Cash é meu cantor favorito, mas não faz muito tempo… Eu era muito fã do Bob Dylan, e o meu pai sempre dizia pra eu ouvir Cash, já que curtia esse estilo… E o dia que resolvi ouvir, com 15 ou 16 anos, troquei de ídolo rapidamente (Sorry Dylan).

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Acabo de terminar de ler essa autobiografia magnífica do Johnny Cash, onde ele mesmo narra acontecimentos da sua vida, da maneira que acha melhor – com auxílio do jornalista Patrick Carr. A narrativa dele é muito gostosa pois parece que ele conversa com a gente. ❤
Essa autobiografia foi lançada originalmente em 1997, quando Cash já estava no fim da vida (ele faleceu em 2003), e dá pra sentir como ele sabia que não tinha muito tempo, e por isso mostrava-se grato por tudo o que possuía e pelo tempo que ainda lhe restava.

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No início ele fala de suas raízes, de como “o clã dos Cash” veio inicialmente da Escócia, e depois, situou-se no oeste dos Estados Unidos. John R. Cash nasceu no Arkansas, e desde cedo sua família – como tantas outras, sofreram com as turbulências daquela época, com a grande Depressão, com as guerras mundiais. Viviam da colheita de algodão, da vida sofrida, de trabalhar desde os cinco anos de idade.

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Conta ainda da tragédia de perder seu irmão mais velho aos 12 anos, e como a lacuna nunca foi superada por ele. Conta de suas histórias de estrada, do início do Rock N Roll – com Jerry Lewis, Elvis Presley, e tantos outros da época. As histórias do vício em anfetaminas, suas consequências, sua superação. Também traz histórias de gravações, de seu contato sincero com o cristianismo, de como sua carreira passou por um renascimento nos anos 90, quando das gravações com a American Records, onde conquistou diferentes tipos de fãs.

 Segundo ele, a crítica sempre o deixou no limbo entre o country e o rock, não o considerando como nenhum deles. E  isso não importa, pois Johnny Cash foi um artista único, incomparável, e sua música ultrapassa qualquer barreira de gênero e rótulos.

  Pra finalizar, acho que nada mais justo do que deixar alguns clássicos pra ilustrar o post:

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2 comentários sobre “CASH – Johnny Cash & Patrick Carr

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